sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Os Coroinhas na Igreja

Dia 21 de outubro de 2007, o Cardeal Saraiva reuniu-se com os Bispos Católicos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, em Frederico Westphalen, para beatificar o coroinha Adílio. Até aquela data sempre foi lembrado São Tarcísio como exemplo e padroeiro dos coroinhas.
São Tarcísio, por volta de 258, com apenas 12 anos de idade, levou a Eucaristia aos Cristãos condenados à morte por ordem do imperador Valeriano. Pressionado por pagãos a entregar-lhes o tesouro eucarístico, resistiu até a morte. Foi sepultado em Roma, nas catacumbas de São Calisto.
O coroinha Adílio quis acompanhar o Padre Manuel na desobriga dos militares da região do Alto Uruguai. Alertado do perigo de emboscadas por parte de anti-clericais, retrucou: “Sou coroinha, estou  a serviço de Deus”. E acompanhou o padre.
De fato o padre e o coroinha foram emboscados. O padre teve morte instantânea com uma bala na cabeça. O menino foi torturado barbaramente por ódio contra a religião. Morreu um pouco antes de chegar o socorro. Foi mártir do dever. É símbolo moderno de fé e dedicação a Deus. A ele se aplica o lema dos coroinhas: “Consagrar desde cedo nossa vida a Deus”.
Além de “desde cedo consagrar sua vida a Deus”, os coroinhas –meninas e meninos – circundam nossos altares quais anjos a serviço da liturgia, cuidando dos vasos sagrados e ajudando nas romarias, nas procissões e nas celebrações da fé.
Enquanto as crianças e adolescentes estão expostos a muitos venenos, os coroinhas aprendem a viver e a conviver em paz e harmonia, num espaço de alegria, de tolerância e de fé. Os encontros de coroinhas, graças a assessores e assessoras dedicados, evitam o perigo da droga, da violência e do ódio.
Proporciona-se um ambiente de liberdade, do cultivo de ideais cristãos, da superação de conflitos no lar, da arte de bem viver na amizade e no serviço a Deus e ao próximo

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