sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA - Documento informativo - O PERÍODO PROPEDÊUTICO

Antes de estudarmos um pouco sobre o Período Propedêutico,
 não
 perca neste domingo às 19h
 a missa de Envio do Rafael que irá para o Seminário
 Propedêutico da Diocese de
 Campo Limpo - SP. Será na Comunidade Matriz
 São Sebastião. Mais
 informações: (11) 5825-1395

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA

Documento informativo
O PERÍODO PROPEDÊUTICO


INTRODUÇÃO
Perante a necessidade, reconhecida e afirmada por todos, de um período
 especial destinado a suprir as lacunas de ordem espiritual, cultural e
 humana, muitas vezes presentes nos jovens quando entram no
 seminário maior, os Padres do Sínodo dos Bispos de 1990
 acharam ser conveniente que a Congregação para a Educação
 Católica recolhesse informações acerca das diferentes
 experiências realizadas sobre o assunto nas várias Igrejas,
 para oferecer aos responsáveis da formação um material
 útil com que se possam confrontar e do qual possam
 tirar inspiração.
O pedido expresso pelo Sínodo foi plenamente recebido
 pelo Santo Padre que, no n. 62da Exortação apostólica
 pós-sinodal Pastores dabo vobisconvidou a
 Congregação para a Educação Católica a recolher
 « todas as informações sobre as experiências feitas
 ou que se estão a fazer » [1] acerca do período
 propedêutico e a comunicá-las depois às Conferências
 Episcopais. Sendo a praxe existente nos diferentes
 países muito diferenciada, a Exortação, no mesmo
 número 62,sugeria ser necessário limitar-se só a uma
 fase de estudo e de experimentação, para poder
 definir de maneira mais conveniente e significativa os
 diversos elementos de tal período, que aliás deve
 ser coordenado com os anos sucessivos da
 formação no seminário.
A fim de executar o mandato recebido do Santo
 Padre, a Congregação para a Educação Católica,
 a 15 de Maio de 1992,enviou uma Carta circular
 às Representações Pontifícias, pedindo-lhes para
 se interessarem pelo problema e para comprometer
 na recolha dos dados as respectivas Conferências
 Episcopais. Estas aderiram ao pedido e
 encarregaram-se de transmitir à Congregação
 a documentação recolhida. Tal documentação,
 completada com as informações colhidas na leitura
 das Rationes institutionis sacerdotalis nacionais,
 nos relatórios das Visitas Apostólicas e noutras
 fontes, constitui uma base suficiente para ter uma
 ideia bastante precisa de quanto se fez até agora e
 se está a fazer nas várias Igrejas particulares
 para assegurar uma preparação adequada ao
 ingresso dos aspirantes no seminário maior.
A Congregação para a Educação Católica,
 tendo em conta todo o material recolhido, e
 bem assim as informações oferecidas pelos
 Ex.mos Bispos durante as Visitas ad limina,
 preparou este documento informativo, que
 agora tem o prazer de colocar à disposição
 dos Bispos e dos educadores.
Os dados recolhidos dão a impressão duma
 grande fluidez, manifestando características
 e típicas exigências determinadas pelas
 situações locais: pela estrutura e organização
 de todo o sistema educativo e pelas
 suas respectivas tradições, pela
 existência ou não do seminário menor
 e pela sua eficiência, pela presença
 de seminários especiais para as
 vocações adultas, pela organização
 da pastoral vocacional, pelo número
 e qualidade das vocações e pela
 disponibilidade de formadores e
 de meios financeiros.
Assim, em certos países dotados
 de boas estruturas escolares a
 nível secundário (seminários
 menores, escolas católicas
 e civis), pensou-se em
 poder suprir eventuais lacunas
 dos aspirantes, especialmente
 na preparação humana
 e espiritual, durante o
 primeiro ano de seminário,
 com um curso introdutivo
 ao mistério de Cristo e à
 história da salvação. Ao
 contrário, noutros países,
 foi-se afirmando pouco a
 pouco, já desde os primeiros
 anos do pós-Concilio,
 a ideia de períodos
 especiais, prévios ao
 sexénio filosófico-teológico,
 chamados mais tarde
 propedêuticos. Não são
 raros os casos em que
 a preparação prévia dos
 aspirantes foi geralmente
 confiada aos organismos
 encarregados da pastoral
 vocacional.
É precisamente esta a
 tipologia que servirá
 como ponto de referência
 para ordenar e classificar
 em modo analítico os
 dados recolhidos e para
 tirar algumas conclusões
 orientadoras.

I. O CURSO INTRODUTIVO PREVISTO PELO DECRETO
OPTATAM TOTIUS, 
N. 14
Várias iniciativas registradas pelo
 inquérito, tendo em vista uma
 melhor realização do trabalho
 de formação nos seminários
 maiores, têm o nome de curso
 introdutivo, com referência
 explícita ou implícita ao
 n. 14 do decreto
 Optatam totius.
Dado que as finalidades deste
 curso, estabelecidas no
 referido parágrafo, variam
 desde o âmbito doutrinal
 ao espiritual e vocacional,
 logo começaram, na sua
 aplicação concreta, a
 apresentar-se delineamentos
 de vários tipos e com
 tonalidades diversas.
 Impuseram-se a este
 respeito duas tendências:
 uma que tende a acentuar
 o papel que o curso
 introdutivo deve ocupar
 no quadro das disciplinas
 filosóficas e teológicas
 e a valorizar os seus
 reflexos espirituais;
 outra orientada, de
 preferência, a abrir
 o curso às exigências
 específicas dos
 aspirantes provenientes
 das profissões civis,
 das escolas de tipo
 técnico e de ambientes
 pouco religiosos.
 Houve assim, já desde
 os primeiros tempos
 pós-conciliares, cursos
 introdutivos mais exigentes
 do ponto de vista
 académico e outros
 mais atentos às
 necessidades de
 recuperação de
 várias dimensões
 formativas e portanto
 mais próximos dos
 que agora são
 chamados períodos
 propedêuticos.
 A uma e outra
 destas tendências é
 comum o facto de
 os cursos introdutivos
 serem considerados
 parte integrante do
 sexénio
 filosófico-teológico.
Na Alemanha, o
 curso introdutivo,
 chamado Grundkurs
 (Curso fundamental),
 tem
 um lugar bem definido
 nos programas das
 faculdades e
 das escolas teológicas.
 Ele é regularmente
 realizado durante
 o primeiro ou nos
 primeiros dois
 semestres do sexénio,
 segundo as prescrições
 do decreto
 Optatam totius,
 porém sempre com
 uma certa liberdade
 em relação à sua
 organização concreta. 
O curso é obrigatório
 para todos os aspirantes,
 mas não é classificado
 nos exames. Para a sua
 realização, a Ratio alemã
 recomenda que se
 prevejam lições, colóquios
 e contactos pessoais
 com os professores e
 insiste em que se cuide
 da ligação entre os
 estudos e a vida espiritual.
 Em algumas dioceses
 foram inseridas no primeiro
 semestre outras matérias
 como por exemplo o
 latim e o grego. Quanto
 ao período propedêutico,
 como é entendido no
 n. 62 da Pastores
 dabo vobisna resposta
 recebida da Conferência
 Episcopal, afirma-se que
 não se sente a necessidade
 dele. Tem-se a convicção
 de que um ano
 propedêutico semelhante a
 uma espécie de noviciado
 não é capaz de resolver os
 problemas de caracter
 vocacional, humano e
 afectivo dos aspirantes.
 Ao contrário, considera-
se que para superar tais
 dificuldades, sejam
 necessários tempos
 mais longos e interrupções
 da vida de seminário
 a meio ou cerca da
 conclusão do caminho
 formativo. Para a
 preparação imediata
 dos jovens para a
 entrada no seminário
 recorre-se aos vários
 serviços da pastoral
 vocacional, aos grupos
 juvenis, à chamada
 segunda via formativa
 [6] e sobretudo às
 semanas prévias de
 convivência que servem
 para iniciar os novos
 aspirantes na vida de
 seminário. Segundo a
 visita apostólica,
 concluída em 1995,
 vê-se que em quase
 todos os seminários tal
 período de iniciação
 se prolonga por 
algumas semanas e,
 para além da temática
 relativa ao aspecto
 espiritual, humano,
 intelectual
 e pastoral da formação,
 compreende também
 o estudo das línguas.
 Justifica-se tal experiência
 dizendo que, sem a ilusão
 de chegar a uma plena
 estabilidade da vocação,
 deste modo se obtém
 todavia uma maior
 sensibilização para o
 problema. Esta razão
 levou ultimamente os
 responsáveis da
 formação a concluir
 que a fase
 propedêutica
 deveria ser 
tomada a sério e 
ser eventualmente
 desenvolvida.
Na Áustria é seguido
 um sistema semelhante
 ao da Alemanha, no
 qual não há grande
 entusiasmo pelo período
 propedêutico entendido
 como uma espécie
 de noviciado.[7] 
Assinala-se que para
 a preparação das
 vocações adultas ao
 nível do liceu presta
 óptimos serviços o
 seminário interdiocesano
 Canisiusheim de
 Horn (na diocese
 de Sankt Pölten).
 Para um eventual
 aperfeiçoamento
 da preparação
 espiritual e humana
 dos candidatos
 provenientes das
 escolas estatais
 tomam-se iniciativas
 no quadro da pastoral
 vocacional ou nos
 próprios seminários
 maiores durante os
 primeiros semestres.
As Dioceses suíças
 que enviam os seus
 alunos às faculdades
 teológicas de Fribourg
 e de Luzern
 (dioc. de Basel)
 têm preferência para
o curso introdutivo,
 em conformidade
 com os respectivos
regulamentos académicos
. Em Luzern,
 foram inseridas em
tais cursos algumas
 matérias teológicas
 (liturgia, dogmática
, teologia pastoral)
 para reforçar o seu
 aspecto espiritual e
 doutrinal. A entrada
 dos aspirantes no
 seminário é precedida,
 além disso, dum
 breve período,[8]
 destinado à
apresentação, a tomar
 contacto pessoal e
 à reflexão espiritual
 sobre as exigências
 do sacerdócio e da
 vida comunitária.
 As outras dioceses,
 como se verá, são
 orientadas em sentido
 diverso.


II. TIPOLOGIA DO PERÍODO PROPEDÊUTICO
O que distingue o período
 propedêutico do curso introdutivo
 ou do tirocínio espiritual,
 previstos respectivamente nos
 números 14 e 12 do decreto
 Optatam totius, é a finalidade
 e sobretudo o seu caracter
 prévio para o seminário maior.
 Esta etapa formativa foi
 desejada pela primeira vez
 oficialmente pela Congregação
 para a Educação Católica
 em 1980, com a Carta circular
 sobre alguns aspectos mais
urgentes da formação espiritual
 nos seminários. A finalidade
 declarada deste « período
 de propedêutica » era a de
 garantir a quem entrava no
 seminário uma profunda
 iniciação espiritual. Na
 parte conclusiva da
 carta lê-se: « A experiência
 demonstra que um período
 de preparação para o
 seminário, consagrado
 exclusivamente à formação
 espiritual, não somente
 não é supérfluo, mas
 pode trazer resultados
 verdadeiramente 
surpreendentes...
Por consequência,
começou-se a prestar
 grande atenção à fase
 preparatória para o
 seminário maior, como
 foi documentado pelo
 inquérito realizado nos
 anos oitenta pela
 Organización de los
 Seminaríos
 Latinoamericanos
 (OSLAM),[23] ou
 como se pode deduzir
 das várias investigações
 e avaliações realizadas
 no plano nacional pelas
 Comissões Episcopais
 para a formação sacerdotal
 de diversos países.[24] 
O curso introdutivo
 deu assim, gradualmente
 o lugar a vários tipos
 de experiências
 propedêuticas,
 cuja nomenclatura diversificada
 [25] é um sinal da
 grande variedade
 das fórmulas adoptadas.
Todas estas fórmulas podem
 reconduzir-se a três
 tipos fundamentais:
 os períodos propedêuticos
 autónomos,
os períodos propedêuticos
 integrados no seminário
 maior ou menor, os
 períodos propedêuticos
 ligados à pastoral
 vocacional.
Nos países europeus,
 é necessário mencionar
 a Inglaterra-País de
 Gales e a Escócia,[42]
 onde a preparação prévia
 à formação propriamente
sacerdotal é tratada de
 modo individual no âmbito
 da pastoral vocacional.
 Dado que os candidatos
 de hoje são de idades
 diferentes e de diferentes
 níveis culturais e espirituais,
 procura-se responder às
 necessidades concretas,
 tendo em conta a história
 pessoal de cada um,
 isto é, os estudos
 precedentes, a
 maturidade psicológica,
 humana e cristã,
 com o fim de estabelecer
um programa adaptado
 à situação pessoal concreta.
 Uma ajuda óptima para
 tal fim é dada desde
 há muitos anos pela
 Campion House de
 Osterley (arquiod.
 de Westminster),
 que prepara as
vocações adultas
para o ingresso
 no seminário maior.
Na Itália, instituiu-se
 em algumas dioceses o
 chamado Anno Zero,
 entendido como ajuda
 à pastoral vocacional
 em favor dos jovens
 não provenientes do
 seminário menor. Ele
 estrutura-se em encontros
 mensais dedicados à
 catequese vocacional,
 à descoberta do mistério
 de Cristo, à introdução
gradual à oração litúrgica
 e pessoal. Além disso
 dá-se muita importância
 ao encontro com
sacerdotes dedicados
 A. pastoral juvenil.
Em Portugal, em quase todas as dioceses existe uma instituição chamada Pré-Seminário. Ela dispõe de um edifício e de uma equipa de sacerdotes, que acolhe os jovens com sinais de vocação para reuniões, encontros semanais e retiros.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Foi realizada a Novena de São Sebastião - Paróquia São Sebastião

Nesta Sexta feira dia 20 de janeiro de 2012, foi encerrada toda a novena de São Sebastião que se iniciou no dia 11 de janeiro.
Muitas graças foram concebidas neste dia tão especial!
São Sebastião, Rogai por nós!


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Grande Festa de São Sebastião com a Santa Missa

Foi realizada a Santa Missa de São Sebastião nesta sexta-feira dia 20 de janeiro de 2012. Muitos fiéis paroquianos e de outras paróquias estiveram presentes. A missa foi presidida pelo padre Hailton e junto também estava o vigário padre Nonato. Também teve presença do Deputado Federal Gabriel Chalita.














































































Parabéns a todos que colaboraram e que fizeram desta festa ser uma festa de grandes momentos alegres e de muitas bênçãos!!